Curitiba – Dia 2

E vamos lá para a primeira resenha sobre a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras.

Bom, hoje o dia começou super bem com uma ótima palestra do Jaime Lerner com o tema “Um Panorama Inovador  e Sustentável para Cidades Brasileiras”. Por mim ele ficava mais 1 hora falando! Algumas coisas que ele falou e eu anotei:
– A cidade inovadora deve fomentar a diversidade, exercer a tolerância;
– A sustentabilidade deve ser pensada desde a concepção das cidades;
– Cidade não é problema, é solução;
– Se gosta mais da cidade quando se entende ela;
– Ele acredita que a solução para o transporte público está na superfície e não no subterrâneo;
– Inovar é começar!

Jaime Lerner apresentou alguns projetos que ele chama de Acupuntura Urbana. Por exemplo: Pavilhão da Bossa Nova no Rio, Museu da Mobilidade, Parque de Sombras, Mazatlán (a ilha sem carros) e as ruas portáteis. E apresentou também o Dock Dock, menor carro elétrico do mundo e totalmente reciclável (mas que anda só até 25 km/h).


Rua Portátil


Dock Dock

Abaixo, o filme que ele fez e que ganhou o primeiro lugar na categoria Lifestyle do Sustainable Planet Film Festival em 2009.

Depois da palestra de Jaime Lerner, Augusto de Franco e Parag Khanna falaram sobre o Reflorecimento das Cidades. O Augusto de Franco eu já conhecia por causa do TEDxSP e tinha achado muito interessante as suas ideias sobre redes. Tomei conhecimento do Parag por causa da conferência e tinha lido já um ótimo texto dele chamado Beyond City Limits onde ele fala que as cidades, mais do que os países, serão as grandes governanças (muito parecido como era séculos – ou até milênios – atrás).

Já os próximos painéis não me emocionaram muito. Um era A Reinvenção do Governo a partir das Cidades (com Juan Nieto Escalante, Amal Medani e Penny Hulse) e o outro era A Governança do Desenvolvimento das Cidades (com Klaus Frey e Kathy DeVault).

O último painel foi sobre Cidade-Rede e Redes Cidades com Steven Graham e Daniel Cardoso. A fala do Steven me lembrou muito meus estudos sobre geometria fractal quando ele disse que devemos pensar a cidade como um processo e não como uma forma. Além de afirmar que as cidades possuem múltiplas redes em múltiplas escalas. Fractal total! hehe

E agora, as fotinhos do dia! Me perdoem a qualidade… minha câmera já tá entregando os pontos 🙂


A comunicação visual é toda baseada em placas de rua.


Mais uma placa.


Esse é o hall central onde rola a CICITY que eu achei genial! Toda vez que a gente entra em uma palestra, passamos o crachá e conforme vamos assistindo mais coisas, a CICITY vai crescendo (mais escolas, mais pessoas, mais prédios, etc).


Daí quando a gente passa o crachá no leitor de códigos de barras, aparece na tela as palestras que eu fui e as pessoas com os mesmos interesses que eu.


Outra interatividade que rola é na sala dos painéis. Ali ficam 6 telões que mostram o que está sendo falado sobre a CICI no Twitter. Vocês podem ver ali que eu postei e apareceu no telão hehe Fiquei meio chocada porque aqui se fala muito em mobilidade urbana, no transporte coletivo e em nenhum lugar no site do evento tem os ônibus que levam até lá! Achei total FAIL.

E no fim do dia, rolou um flash mob! Tosco, mas, ainda assim um flash mob hehe Pra provar que a minha câmera está entregando os pontos, no final do vídeo, aparece um pedaço de um vídeo que fiz em Veneza! Vai entender…

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